THEME
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"Para de me provocar, para! Assim você só me machuca, não vê? Parece que você ama esse gostinho de me ver ferida, mas eu me pergunto: qual a graça? Eu nunca te fiz nada, nunca fiz alguma mancada grande o bastante pra te fazer chorar, nunca quis mostrar que era superior à você. Agora você… fez comigo tudo isso e mais um pouco. Não posso nem dizer que é por vingança, porque motivos pra se vingar você não tem, parece gosto mesmo. Eu só te peço que pare, porque se for pra continuar me deixando assim, acabada e obrigada a escrever textos, não seja nada."

-Anonimamente escritora. 

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"A pior de todas as saudades é essa aqui que eu sinto de você. Te vejo todo dia, conversamos todo dia, sorrimos todo dia, mas cá estou eu sentindo saudade. Hoje você me lembrou que faz três meses que terminamos, e olha, eu já lembrava disso. Essa hora, três meses atrás, eu estava brigando comigo mesma pra parar de chorar. Hoje, estou lutando comigo mesma pra conseguir expressar minha saudade em forma de texto. Eu queria ter coragem de gritar pro mundo inteiro ouvir que estou com saudade dos seus beijos, abraços e afins. Mas não tenho. O que me corrói é pensar que você não sente nem um pouquinho dessa saudade que eu sinto."

-Anonimamente escritora.

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"Sou um clichê, já ouviu falar? 

"Mas eu tenho essa teoria de que, se é clichê, não tem como ser ruim. Clichê nada mais é que uma coisa que já foi repetida várias e várias vezes. E por que alguém repetiria, voluntariamente, algo que não fosse bom? - Paula Pimenta, Minha Vida Fora de Série 2."

Amo meus sábados de cinema, meus domingos de pizza, terças de almoço com amigos e sextas de confusões. Classifico como um clichê meu, minhas repetições. Costumam me chamar de clichê ambulante por gostar das mesmas histórias de amorzinho que todo mundo já ouviu, dos livros cor-de-rosa, de escrever romances que eu gostaria de viver. Sabe o que é? Talvez, involuntariamente, eu ache que, por ser clichê e consequentemente algo que já foi repetido milhões de vezes, sempre vá dar certo. Coitadinha de mim!” 

-Anonimamente escritora.

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"E eu encerrei a conversa com reticências, porque, eu sei que no fundo, gostaria que nós não acabássemos com ponto final, indicando que dali à frente não aconteceria mais nada entre nós. Apesar d’eu me sentir melhor sem você, eu queria ainda poder escrever uma história melhor para nós duas."
 - Anonimamente escritora.

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"Gosto de sonhar acordada, imaginar pessoas que nem existem, amar pessoas que eu nem conheço, viver romances impossíveis, escrever para pessoas que nunca vão ler meus textos. Sou à moda antiga, apoio andar de mão dada, passar a tarde no parque, pegar uma sessão de cinema, passar horas conversando no telefone, mandar cartas de vez em quando. Mas sabe o que me falta? Alguém. O que, digamos, é essencial. Confesso que no fundo ainda tenho esperanças que ache alguém com os mesmos interesses que os meus, ou alguém que goste dos meus interesses, ou simplesmente alguém."

-Anonimamente escritora.